Crítica e Análise de “A Guerra: Planeta dos Macacos”

Chegamos ao fim da trilogia que termina de contar a história de Ceaser, e traz um prequel da história clássica do filme “Planeta dos Macacos”.
No vídeo de hoje vamos fazer uma análise sobre como a franquia se desenvolveu, e como o protagonista dessa história se cresce até chegarmos a esse filme.

Obrigada por ter assistido mais um vídeo do Lápis 2b! Espero que tenha se divertido 😗

Ainda não se inscreveu no canal? É só clicar aqui!
https://www.youtube.com/channel/UC7-_…

Não esquece de deixar o 👍 bem esperto pra ajudar com o crescimento do canal!

Me siga nas redes sociais! 😀
https://www.facebook.com/lapisdoisb/
http://twitter.com/anapfernande
http://instagram.com/anapfernande/

Crítica “Um família de Dois”

“Estão se tornando cada vez mais raras as oportunidades que temos de aproveitar a experiência de um roteiro profundo no cinema sem os costumeiros recursos visuais e narrativos que tornam a história e os personagens mais pesados sem necessariamente entregar muita substância no resultado final.

É um alívio enorme ter me deparado com “Uma Família de Dois”: foi a surpresa que eu estava precisando para me lembrar o porquê meu gênero favorito sempre foi o drama, apesar de minha atenção estar voltada constantemente para as grandes produções e filmes de heróis.

Vivendo no ensolarado litoral sul da França Samuel (Omar Sy) trabalha pilotando lanchas para ricaços e animando a vida noturna das praias locais. Seu ciclo de interminável diversão e promiscuidade é interrompido subitamente pela chegada de Kristin (Clémence Poésy), uma garota britânica que vem para deixar com Samuel o resultado de sua noite de farra do ano anterior: a filha de Samuel, uma bebê de poucos meses de idade chamada Gloria.

Ele tenta convencer a mãe a não abandonar a criança, e persegue Kristin de volta a sua cidade natal, no Reino Unido. Sem sucesso, Samuel se vê em um determinado momento sozinho na capital britânica com Gloria sob sua responsabilidade e tenta fazer uma nova vida para si trabalhando como dublê em séries de ação enquanto tenta criar a filha da melhor maneira possível sem a presença da mãe.

A melhor parte dessa breve sinopse aí em cima é que a essência da sequência de eventos é tão simples quanto a descrevemos. Samuel está acostumado com a vida de bebedeiras e sexo sem compromisso até a reviravolta causada pela chegada de Kristin. Faz parte da premissa do filme que saibamos sobre a relação que ele cria com a filha, e é natural que a audiência também espere de Samuel uma certa amargura ou mesmo ressentimento por ter tido o seu estilo de vida completamente mudado pela chegada inesperada de uma criança.

A atuação primorosa de Omar Sy faz com que possamos nos identificar com a situação pela qual ele está passando assumindo essa imensa responsabilidade. Ele é transformado pela chegada de Gloria, ao mesmo tempo em que continua sendo o mesmo cara que está acostumado a usar e abusar do seu carisma para conseguir o que quer, no melhor estilo canastrão que tudo mundo adora no cinema. Ele vai de pai improvável a melhor pai do mundo, e essa é uma jornada deliciosa de se acompanhar.

É claro que o ponto alto do filme é a relação criada nessa família improvável, que o título traduzido nos faz acreditar que é composta apenas por Gloria e Samuel. No entanto o personagem de Omar Sy conta com a ajuda constante de Bernie, interpretado por Antoine Bertrand, o produtor dos filmes e séries em que Samuel atua, e que lhe permite prover o sustento e conforto para Gloria. Ele é um alívio cômico sem exageros e muito bem dosado, e praticamente assume o papel de mãe na criação de Gloria, até que Kristin finalmente retorna pra a vida deles.

Esse é um filme com um clima delicioso de roadtrip movie, mas com uma carga dramática um pouco mais acentuada do que os filmes hollywoodianos, afinal estamos falando do cinema francês. Embora sua estética seja construída com muito cuidado, não temos nenhum elemento de enorme destaque, e nem é necessário. O importante aqui é a relação entre pai e filha, e as distâncias enormes que Samuel está disposto a ir para garantir que Gloria tenha uma vida plena e feliz ao lado de quem ama.

Temos aqui mais uma vez aquela (sempre necessária) lição primorosa de que a vida vale a pena não importa as dificuldades pelas quais passamos, e no nosso mundo de hoje esse tipo de mensagem faz toda a diferença no cinema. Vale cada segundo da experiência.”

Essa crítica foi feita por Felipe Bittencourt (@flpbittencourt). 

❤️ O MELHOR FILME DO UNIVERSO DC! | Crítica Mulher-Maravilha (2017)

Olá pessoas lindas!

É com muito amor que eu trago a resenha de mulher-maravilha no nosso canalzinho lindo! Espero que gostem!

Não esqueçam de se inscrever no canal clicando aqui: https://www.youtube.com/channel/UC7-_HoaW-418GS3D0wJJydg?sub_confirmation=1

Beijos!

Vale a pena ver American Gods?

Olá pessoas lindas! Tudo certinho?
Ontem (finalmente) estreou a série no canal Starz a série “American Gods”. Série adaptada do livro excelente do Neil Gaiman “Deuses Americanos”, desde a sua primeira divulgação a internet já estava ansiosa pelo seu lançamento. Mas e ai? Valeu a pena? Vale continuar? É só pra quem é fã do livro?

Espero que você gostem das minha primeiras impressões!

Obrigada por ter assistido mais um vídeo do Lápis 2b! Espero que tenha se divertido 😗

Ainda não se inscreveu no canal? É só clicar aqui!
https://www.youtube.com/channel/UC7-_HoaW-418GS3D0wJJydg?sub_confirmation=1

Crítica “Gostosas, Lindas e Sexys”, filme de comédia nacional propõe empoderamento mas cai em lugar comum.

Se existe uma categoria de filme que sofre muito preconceito do público mais amante do cinema com certeza é a comédia nacional. Mesmo com obras incríveis que levam milhões de pessoas para as salas de cinema, esse tipo de filme vem sentindo há alguns anos um preconceito latente; Resultado obtido pelo perfil de muitas produções que se sustentam em piadas antigas e geralmente de cunho sexual.

“Gostosas, Lindas e Sexys” apesar de entrar nessa categoria se diferencia por uma proposta diferente do que estamos acostumados a ver em termo de cinema brasileiro; O filme dirigido por Ernani Nunes e roteiro de Vinícius Marquez, conta a história das amigas Beatriz (Carolinie Figueiredo), Ivone (Cacau Protasio), Marilu (Mariana Xavier) e Tânia (Lyv Ziese). Quatro mulheres que lidam diariamente com o preconceito de serem plus-size e buscam se afirmar como lindas e poderosas na sua vida pessoal e profissional.

Um dos principais acertos do filme é a química entre as protagonistas, onde cada uma demonstra uma personalidade única que se integra no texto quando estão todas em cena. Infelizmente pela escolha de dar a cada uma delas uma linha narrativa, o tempo de tela acaba ficando pobremente dividido, onde a personagem Beatriz toma conta deixando as outras personagens com um tempo muito restrito. O que acaba sendo uma perda de oportunidade, especialmente que os momentos reservados para as outras mulheres (especialmente a Ivone) são os pontos altos de comédia na história.

O background de teatro do roteirista se mostra muito presente nos diálogos. Com um texto que se encaixaria muito bem em uma peça, mas que no formato de cinema se mostra muito polido e não natural. Além disso, ao decorrer do filme são apresentados subplots com personagens e situações com grande potencial de desenvolvimento, que são esquecidos e desperdiçados ao passar do tempo.

A própria discussão sobre o preconceito que as personagens sofrem pelo peso de cada uma delas é esquecido, fazendo com que a proposta de empoderamento claramente apresentada no primeiro ato do filme seja deixada de lado, fazendo com que o filme seja apenas mais um onde o final feliz de uma mulher é encontrar um homem que a ame de verdade. Além disso mesmo com um elenco maioritariamente feminino, é claro um entendimento superficial do texto em entender as questões femininas, onde as mulheres magras são colocadas como inimigas das mulheres plus-size, afirmando um senso de inimizade típico apresentado na mídia.

É um filme que nem sabe a história que está contando, que se perde em decidir o seu plot principal e que mais se parece com uma série de TV que foi editada para caber em tempo de filme. Talvez na realidade se fosse filmada como uma série sua proposta ficasse mais clara e melhor desenvolvida.

Tem suas cenas engraçadas, muito sustentadas pelo carisma das atrizes principais. Mas como um todo é um filme esquecível e que acaba no lugar comum. O que particularmente me entristece pela oportunidade perdida de trazer um protagonismo de mulheres reais em uma mídia que procura as ignorar.

Nota final: De 0 a 5 Lápis, “Gostosas, Lindas e Sexys” o filme merece 1,5. Tem seus momentos divertidos, mas como um todo é uma obra que não funciona.
✏️